segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Linda História da Comissária Pollyana - Uma Trajetória de Sucesso





Desde criança brincava de comissária de bordo com meu primo mais novo. Morava em uma casa em Niterói, que estava sempre em obras intermináveis, como toda família pobre faz. Tínhamos um enorme quintal e gostávamos de brincar com uma escada de madeira bem alta, que ficava encostada. Deitávamos a escada o chão e o espaço entre os degraus eram os assentos dos passageiros. Eu era a aeromoça e passava servindo os quitutes nos pratos de plástico que eram meus brinquedos de criança. Meu primo Dudu era o piloto do avião das inúmeras aventuras que diariamente retratávamos em nossas histórias infantis.


Os anos se passaram e com a separação dos meus pais fui morar no Rio de Janeiro, na Tijuca. Passei para a faculdade de Psicologia, na UFRJ, que tinha horário integral por 5 anos, mas como as aulas começariam no segundo semestre, decidi trabalhar. Comecei como atendente numa clínica odontológica de um hospital da Tijuca. 



Certo dia, uma amiga de Niterói me ligou pedindo para ajudá-la pois precisava fazer uma entrevista de emprego no Rio e não tinha sequer ideia de onde seria. Para ajudá-la saí da faculdade mais cedo, a encontrei na saída das barcas, na Praça XV e fomos para a Avenida Calógeras. Lá chegando a atendente pediu que ela preenchesse uma ficha imensa de cadastro, que levaria ao menos uma hora.

 
A secretária nos entregou as fichas, eu disse que não queria, era somente para a Lili, e ela me perguntou se eu sabia inglês. Disse que sim, pois estava no último período do curso avançado de inglês. Ela insistiu que eu preenchesse a ficha, já que iria aguardar mesmo a minha amiga e assim o fiz. Resumo da história, eu passei no processo seletivo para comissária de bordo da Transbrasil, minha amiga não, e acabei perdendo a amiga.



Minhas aulas na faculdade foram adiadas por uma imensa greve, e o curso de Comissária seria em Brasília, onde ficaríamos por seis meses. Era bem puxado, uma turma imensa, pois há muitos anos não entravam novos comissários para o quadro da empresa. Ficamos amigos, unidos, hotelados, os meninos embaixo e as meninas no andar de cima. Aulas todos os dias, de postura, andamento, etiqueta, meteorologia, primeiros socorros, emergência e por aí vai...


Eu tinha 19 anos, era a mais nova de toda a minha turma, e tudo era muito diferente para mim. Um novo mundo se abria. Aprendi muito ali, entre aulas teóricas e práticas e ao final do curso, o Sr. Correa, responsável por toda a turma decidiu que retornaríamos ao RJ para acabarmos o curso e realizarmos a formatura. A etapa mais difícil para mim foi a marinharia, pois não sabia nadar. Mas corajosamente, me joguei de colete salva vidas, como todos os participantes e aprendi a utilizar todos os equipamentos de forma a salvar minha vida e a dos demais.



Minha mãe me deu total apoio pois achava linda a profissão. Eu e minha saímos para as compras antes de eu ir para Brasília. Naquela época, diferente de hoje, a Transbrasil contratava os aprovados em seleção, como comissários alunos, pagavam todo o curso é só aí, quando nos formávamos, é que passávamos a ganhar como comissários. 


Durante o curso, era preciso vestir saia ou vestido e usar meia e salto o alto o tempo todo. Precisávamos estar maquiadas e de cabelo preso todos os dias. Então, antes de Brasília, eu e minha mãe fomos às compras, pois até então, eu era uma estudante de psicologia e não frequentava a faculdade de saia abaixo do joelho ou vestidos sociais, afinal, só tinha 19 anos. 

Meus pais eram separados e meu pai acabou sabendo muito tempo depois.
Meu padrasto foi um grande incentivador e foi quem me buscou no meu primeiro voo. Mas antes de sair, minha mãe foi a primeira a me ver vestida de uniforme.
Depois da formatura, comecei a voar sobre a instrução da Elisabeth, uma excelente comissária, que além de belíssima era querida por todos, mas muito exigente. Entrei no avião nervosíssima, como todo iniciante em alguma profissão, com destino a Fortaleza. Ela me pediu para fazermos a inspeção dos equipamentos de segurança e assim preenchemos o check list.
 

Chegou a hora de fazer a apresentação dos equipamentos de emergência e havia decorado tudo detalhadamente para ser bem avaliada pela minha instrutora. Então, ao terminar perguntei minha nota e a Beth me deu zero! Como assim? Perguntei, assustada. Ela me respondeu, você tirou zero porque não olhou para os passageiros. Essa foi minha segunda grande lição na Transbrasil. Eu era muito tímida, como comissária precisava me comunicar e assumir a liderança. Ali aprendi a me comunicar em público, lição que me ajudou em toda a carreira profissional.
 

Passei bastante tempo em instrução, pois ainda por cima o serviço de bordo era feito com a mão direita, sendo que eu sou canhota, o que dificultou ainda mais minha adaptação, até que me habituei e a Beth decidiu que estava ‘solo’, podia voar sozinha.

 
Como já tinha retornado a faculdade, aproveitava meus pernoites para descansar, estudar, fazer meus trabalhos de faculdade. Tirava férias nos períodos das provas e aprendia constantemente a trabalhar em equipe e liderar.



Terrível eram as aulas de Etiqueta, Postura e Andamento que tínhamos com a professora Pina. As aulas dela eram praticas. Tínhamos que caminhar, sentar, levantar. E a professora ficava com um bastãozinho, tipo uma bengala, e ela vinha caminhando atrás de nós, e batendo onde estávamos errando. Por exemplo, “Esta mexendo muito o ante-braço” e metia a bengala no ante-braço. Está mexendo muito o ombro, está rebolando.



Enfim lá vinha a bengalada .... Aprendemos a andar direito, com elegância, como se tivesse um cabide nos suspendendo. Ela ensinava tudo. A caminhar, levantar, sentar, todas as posturas com elegância. Lembro que tínhamos um colega que era surfista, esse era sua vítima preferida. Imagina transformar um surfista numa pessoa com total elegância. Ele foi o campeão das bengaladas, mas conseguiu. 



A vida de comissária não tinha rotina, gostava de conversar com as pessoas e ajudá-las no que era possível. Tornei-me uma comissária exemplar e mais ou menos um ano depois fui chamada para ser instrutora, pois tinha caixas de cartas de elogio. Aos 21 anos fazia voos internacionais. Aos 23 já era chefe de equipe.


Voei ao todo seis anos e meio e saí após me formar em Psicologia e ter uma proposta de trabalho na minha área, no Centro de Lançamento de Alcântara, na Aeronáutica, no Maranhão, onde fui morar. O amor pelos aviões é eterno até hoje, me sinto livre no ar, como se tivesse asas para fluir por aí.
 

Na aviação aprendi a ter asas, a entender a importância de procedimentos, como lidar com situações emergenciais, como combater incêndios e fazer os primeiros socorros, a me comunicar, a me portar em toda e qualquer ocasião, a trabalhar em equipe e a liderar, dentre outras coisas, que são até hoje extremamente úteis na minha vida e que pude repassar para os meus dois filhos.
 

Lembro que quando eles eram crianças eu os alimentava brincando de aviãozinho e fazendo a demonstração de máscaras de oxigênio, uma brincadeira nossa que matava minhas saudades do tempo de comissária. Foram bons e saudosos tempos!


Eu tinha e ainda tenho um fascínio por aviões, então nunca enjoei nem tive medo de turbulências, e olha que já peguei umas bem boas. Lembro de uma cena engraçada, onde pegamos uma turbulência grande e começou tudo a voar pelos ares, literalmente. Eu estava recolhendo xícaras de café, e copos, naquela época, usávamos o trolley ou a bandeira. Eu vinha com a bandeira na mão, no 767. No meio da turbulência, começou a voar tudo da minha mão. 


Aí não conseguia mais andar e umas senhoras que estavam sentadas me disseram: senta minha filha, e como o voo estava lotado o jeito foi sentar no chão, de cócoras e pôr a bandeira ao lado. A cena era inusitada e fiquei nervosa pela cena, comecei a rir. Quando fico nervosa costumo ter essa reação, aí quando acabou tudo as senhoras me disseram que eu era ótima e que elas tinham ficado calmas porque me viam sorrindo é muito tranquila. Ganhei uma bela carta de elogio e mal sabiam elas o quanto eu ria de nervoso.



Mas, nem tudo são flores, aturar bêbados não era mole. Tinha gente que queria a garrafa de whisky inteira e não podíamos dar, aí já sabíamos que era melhor deixar logo dois copos de dose dupla do que não conseguir mais servir ninguém. E assim íamos nos adaptando ao longo dos dias e da experiência. 

Aquela época havia um romantismo na vida de comissária, apesar de solitária, pois voávamos muito e pouco parávamos em casa. Não havia Natal, Réveillon, aniversários de familiares, mas o aniversário do tripulante era sagrado, folga compulsória. Apesar de tudo era muito difícil passar o Natal ou Réveillon fora de casa. 



Tínhamos, como em toda profissão, amigos e colegas de trabalho. Quando voávamos com amigos o tempo voava, quando não, era cansativo. Ali aprendi o quanto trabalhar em equipe é produtivo. E mais, o quanto o resultado é muito melhor! As cartas de elogio eram certas quando estávamos em time! 

Naquela época as passagens aéreas eram bem caras e muito comum encontrar personalidades famosas nos voos. 
 

Um dia, fazendo uma ponte para São Paulo, quando fui checar a cabine antes do pouso, uma menina me chamou e pediu para pegar um autógrafo para ela com a Xuxa, eu disse que não tinha Xuxa no voo. Outras crianças a ouviram falar e insistiram comigo. Tão logo pousamos uma mulher muito magra se levantou e foi ao toalete. Quando saiu maquiada, de xuxinha, e calça rasgada, reconheci a Xuxa, fui até ela é pedi os autógrafos. Ela estava no início da carreira e ao desembarcar o aeroporto estava cheio de repórteres para entrevistá-la. 



Naquela época era muito gostoso também outra coisa, as empresas podiam levar as crianças na cabine para ver como era, conversar com o comandante e piloto. Elas adoravam. E nós comissárias também. Era muito gostoso e gratificante ver a alegria das crianças. Haviam comandante que não gostavam. Mas nós comissárias adorávamos esse contato.



  Em outra data voando para Orlando, na primeira classe estava o Pelé. Ali pude ver uma personalidade famosa fazer jus ao seu nome, pois os fãs iam o tempo todo até ele. Foi impressionante ver o quanto tratava bem as pessoas, pois ele não dormiu o voo todo e tivemos que organizar a fila, para não alterar o equilíbrio da aeronave. Ninguém queria sair do lado dele. 



As histórias são inúmeras, mas apesar disso, trabalhávamos muito e naquela época havia gente simples, que com dificuldades compravam as passagens aéreas em 24 meses. Normalmente nas férias, os voos lotavam e era um sufoco a quantidade de trabalho e a correria, pois o serviço de bordo era extenso, com almoços, jantares, lanches e cafés da manhã. 



Dependendo do voo, só parávamos no pouso e na decolagem. Um determinado dia, após recolher a bandeja de almoço, uma senhora me chamou perguntando aonde ficava o lixo do avião. Não entendi a pergunta é quis saber o porquê, mas ela não falava, daí respondi que haviam vários lixos, o do banheiro, o da Galley, o do porão, enfim, e ela me perguntou sobre para onde ia o lixo das bandejas, perguntei o que ela havia perdido, e ela muito envergonhada me disse que tinha esquecido a dentadura na bandeja, pois tinha tirado para comer. Procurei todas as bandejas e encontrei seu objeto perdido. Ela ficou radiante e feliz, parecia uma criança ao ganhar um presente ao receber de volta seus dentes.

Houveram as situações cômicas, eu estava voltando direto sem parar e em véspera de férias muita cansada, meu último voo pousou tarde da noite em Porto Alegre. Fomos todos para o Hotel dormir, porque já estaríamos voando no primeiro voo da manhã. Pela manhã, ainda muito escuro, acordei e procedi com os procedimentos matutinos habituais, me arrumei, maquiagem, cabelo preso e com gel, as roupas de comissária, etc. Enquanto isso, havia solicitado meu café no quarto. Chegou garçom, que era um senhor antigo do Hotel, um fofo.  Ao me entregar o café da manhã me recebeu dando “Boa Noite”.


Achei estranho, pois esperava dele um “Bom Dia”. Então, sentei tomei meu café. Terminando o café desci para fazer o checkout. Ao chegar na recepção não havia ninguém, o hotel estava às escuras. Olhei para a rua e percebi que estava ainda muito escuro. Pensei: “o que está acontecendo?” Foi quando eu olhei para o relógio e percebi que ainda eram duas horas da manhã. Não sei o que aconteceu. Quando eu acordei devo ter olhado meu relógio de pulso virado. Na minha cabeça deveriam ser sete horas da manhã. E agora? Fazer o que? Sim voltar a dormir! Mas como?  Vestida e arrumada de comissária? Sim, vestida e arrumada de comissária! Enfim eu entendi o “Boa Noite” do garçom !!!!!


Naquela época era permitido as poltronas de trás as pessoas fumarem. E não havia complicações entre os passageiros. Porém nós tripulação tínhamos muita preocupação com o “Risco” de algum acidente a bordo, em razão do cigarro. Houve um famoso caso com o meu amigo Comissário Evandro. que tinha o apelido de “Jarrão”. Houve um passageiro que dormiu e deixou o cigarro no cinzeiro que ficava no braço da poltrona. O cigarro acabou caindo e iniciou um incêndio. O piso da aeronave era carpete, tudo inflamável.



E começou a pegar fogo. O Jarrão ia passando com o serviço de bordo e percebeu o fogo. Nisso ele jogou uma jará de suco de laranja no fogo e no passageiro, bem como começou a jogar tudo que tinha de liquido, água, refringente, balde de gelo. E apagou corretamente o incêndio. Porque os comissários recebem treinamento para essas situações. Temos que agir rápido. Muito rápido. E ainda deu uma bronca no passageiro. Imagina o susto que o passageiro levou! E foi assim que o Evandro ganhou o apelido de Jarrão e salvou a vida de todos os passageiros daquele voo.

 
Outra cena inusitada, foi minha grande amiga e colega comissária Magda, estávamos intercalando sequência de voos para uma determinada cidade. Eu estaria no penúltimo voo da noite e no primeiro da manha seguinte. A Magda no último da noite. No encontramos casualmente antes do meu voo decolar, e ela me disse que quando chegasse no nosso hotel me chamaria para descer no bar do hotel. Eu lhe disse que não porque seria muito tarde e que meu voo seria o primeiro.



Acordei com o telefone tocando, como sabia que era ela, não atendi. Minutos depois ela estava batendo na porta. Também não atendi. Então parou. Ufa. Ela desistiu. Voltei a dormir. Acordei assustada, com alguém gritando meu nome nos jardins do hotel, não acreditei. A doida da Magda ia acordar o Hotel inteiro se eu não descesse. Não teve jeito. Desci, E ficamos todos até o sol nascer conversado e dando gargalhadas no bar do hotel.


A Transbrasil era uma empresa excelente, gostávamos de trabalhar nela. Era uma honra vestir o uniforme para voar, mas sempre me perguntava porque estava ali, pois estudava psicologia e queria seguir a minha carreira. Quando me formei ainda voei mais um ano. Foi quando uma amiga que tinha seu esposo que trabalhava Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão.

 Me informou que precisavam de uma psicóloga para trabalhar no, para implantar o RH. Não hesitei arregacei as mangas e fui atrás da vaga. Uma das etapas do Processo era com um comandante ele me perguntou porque eu queria largar a vida de comissário que ganhava muito mais para trabalhar aqui. Eu lhe respondi: “Todo mundo tem direito a um ato de loucura na Vida!”  Então ele me respondeu: “Você está contratada”.


 Minha mãe ficou apavorada com isso, porque ela não queria que eu largasse a aviação e muito menos que eu fosse morar no Maranhão que era muito longe de São Paulo. Ela me perguntou qual era o nome do comandante chegou a telefonar para ele escondida de mim. Casualmente minha mãe trabalhou na Aeronáutica e havia o conhecido. 

  
 

Ele então começou a me enrolar minha contração. Então depois de quase um mês eu telefonei para esse comandante e informei a ele que estava pedindo demissão da Transbrasil, que já havia alugando apartamento em São Luís e que no dia 01 estaria me apresentando em Alcântara. Então não teve jeito. Eu não sonhava que minha mãe havia feito isso. Cheguei em casa feliz da vida e contei para minha mãe que já estava tudo certo e estava indo para Maranhão. Foi então que minha mãe me contou do telefonema.


Então pedi demissão na Transbrasil para ganhar um quinto do que recebia como Comissária e ainda tinha que sair da casa dos meus pais, pagar aluguel e todas as minhas contas. E lá fui eu, ousada e confiante. Chegando lá, fui apresentada ao meu chefe Imediato, que creiam, era um piloto de caça. Imediatamente ao saber que eu tinha sido Comissária, já ficamos amigos, e ao saber que amava aviões, todos os que chegavam lá eu era convidada a voar. Assim, a aviação continuou no meu sangue, pois voei em vários aviões camuflados ou não. 

Sempre me perguntei para que isso tudo me serviria e me surpreendi quando em 2009 através de um anúncio de jornal, participei da seleção de uma empresa de navegação e apesar de não saber nada da área de navegação, fui aprovada para a gerencia de rh de marítimos, em meio a 150 currículos enviados. Após ser entrevistada por duas pessoas, um deles, ao me levar a porta, disse que não sabia como, mas eu tinha me saído muito bem. Aí tudo passou a fazer sentido, pois acredito que na vida nada é por acaso, e foi fácil responder as quatro páginas de perguntas, pois havia sido tripulante um dia, e o princípio era o mesmo. 


Fui treinada e preparada por meu diretor, com quem muito aprendi, um executivo, que muito me testou e avaliou. É só tenho a dizer que hoje sou uma executiva de RH da empresa, já que meu cargo se equipara em responsabilidade ao de VP head Acount da empresa, por ter um dia também aprendido etiqueta, postura, andamento, além de desenvolver desde os 19 anos, liderança, capacidade de trabalhar em equipe, segurança, sobrevivência na terra e no mar, combate ao incêndio e tudo o mais que se aplica também a vida marítima. Sou grata a vida pela oportunidade de realizar um sonho e acredito que todos devem lutar por seus sonhos pois para onde for que a vida nos leve, teremos bons e maus ventos, só precisamos saber passar por eles. E a Comissária Pollyanna aprendeu essa inesquecível lição bem jovenzinha. 



Foi através dos Marítimos que fui agraciada pela Marinha do Brasil pela Medalha de Honra ao Mérito Tamandaré, que é a maior medalha da Marinha em tempo de paz. Ganhei por ter sido professora da Femar e Abertura do Convênio do Clube Naval, junto com todos os Almirantes da Marinha. O Curso foi muito importante e elogiado na época por todos os participantes. O Convênio até hoje existe com o Clube Naval.



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Mãe, estou há vários dias pensando em como descrever o que você representa para mim em palavras. Você, a pessoa que me viu crescer, que acompanhou meus passos e que fez tantas escolhas para despertar o que existia de melhor para minha vida. Você, que me ensinou com seu exemplo, o valor do trabalho, do amor e da verdade, que me ensinou a persistir em meus sonhos e a nunca desistir de meus objetivos, da mesma forma que você nunca desistiu dos seus.
Eu poderia agradecer por cada palavra, cada abraço e por cada lição que me ensina a cada dia, mas queria, acima de tudo, que você pudesse ter a maior recompensa da vida, por tudo aquilo que faz e fez por cada pessoa que esteve nela, a felicidade. E você sabe, que o que depender de mim eu estarei sempre aqui para fazer o melhor para você. Te amo demais.
Mariana Costa

19 anos, 4 meses e 3 dias. Esses foram todos os dias que você se preocupou comigo desde que nasci, até esse momento em que escrevo. Mãe, eu não tenho como medir em palavras o amor e o carinho que tenho por você, muito menos a gratidão por tudo que já fez comigo e pra mim. Eu te amo, mãezinha. São poucas palavras, mas eu nunca fui bom escrevendo, porém eu sinto que você vai entender muito bem o que eu quero dizer. Eu te amo, mãezinha.
Carlos Eduardo Moreira
  
O que falar de uma pessoa tão única e tão especial? Sim, esta é Adriana...uma pessoa pra lá de única e especial. Adriana é minha melhor amiga. Amiga, irmã e conselheira. Ela é tudo isso!
Nos conhecemos há vários anos, eu como aluno de um curso ministrado por ela, e ela a professora, super competente e segura daquilo que falava, porém muito reservada. E coube ao destino nos aproximar como grandes amigos a partir de uma distante relação professora-aluno. E o que parecia improvável, se tornou uma gigante amizade da qual sou muitíssimo orgulhoso.
O que eu antes chamava de destino, hoje vejo que nada mais é do que um lindo encontro de almas que já acontece desde vidas passadas. E peço a Deus que continue sendo assim pelas vidas que hão de vir. Amiga minha, te amo demais e desejo a você tudo de melhor que a vida possa te trazer. Que Deus te abençoe muito para que você seja sempre essa maravilhosa pessoa que você é. Te adoro demais!!!!!!!!!!!!!
Marcelo Aguiar

Amo Adriana e ela sabe disso, naquilo que a palavra traz de mais sublime. Nessa época, morando em São Luís e grávida de Mariana, sua primogênita. Sempre me encantou se jeito doce, o sorriso bonito, mas também a maneira serena e corajosa em tomar decisões quanto à própria vida. Atualmente, ela morando no Rio, e eu no Maranhão, fisicamente estamos distantes, sendo "face" o nosso ponto de encontro. O fato dela ter sido aeromoça e estado muito tempo nas nuvens, fez com que ela se tornar-se essa pessoa "Alto ssyrsl" que of amigos admiram. Com ternura, e por fim a Adriana é uma Pessoa "Alto Astral" 
Moab José

Nossa amizade é bem antiga. Porém, não trabalhei com ela na época que ela foi comissária. Quando a conheci ela atuava como Psicóloga.Uma amizade de mais de 20 anos com certeza tem muitas histórias para contar. Ficando até difícil de resumir. Adriana é o exemplo Vivo de como ser uma excelente profissional e mãe. Não esmorece diante das dificuldades e as definem como desafios. Por onde passa deixa seus ensinamentos teóricos e práticos. Muitas pessoas tem como seus ídolos pessoas famosas. Eu a tenho como ídolo de perseverança, honestidade, guerreira, mãe e profissional. Diante de todas as fases que vivemos juntas, posso dizer que ela é uma fênix.
Kassandra Chaves

Adriana a primeira coisa que eu senti quando lhe conheci, foi admiração. 
Uma mulher forte e ao mesmo tempo frágil, precisando de colo e com toda força para lutar pelos filhos e por ela no sentido de se harmonizar, entender e abraçar novos ensinamentos.
Depois veio a amizade, carinho, amor fraternal. Uma vontade de consertar seu coração com o menor sofrimento possível, pois o que eu acompanhei , fiquei lá nos meus guardados com muito medo por você. E com a graça Maior foi o que aconteceu.
No mais amiga vejo em você uma guerreira forte, determinada, muito inteligente, doce, solidária, disposta a nos socorrer no primeiro ai.
E isso irmã querida eu fico orgulhosa, feliz por poder ser sua amiga, fazer parte da sua caminhada.
Te desejo muitas felicidades, saúde e força sempre.
Um grande beijo da sua amiga que te ama.
Cláudia Cunha

Boas festas e um ano de renovadas realizações
Abraço fraterno
Cícero Santos

Conheci a Adriana por intermédio da minha filha Ana que estudava na faculdade da Mariana, filha da Adriana. E assim fiquei sabendo que ela estava estruturando um escritório no Rio de Janeiro e precisava de uma pessoa para fazer a zeladoria dele.
A Adriana é uma pessoa iluminada por Deus e protegida pelos Anjos. Aprendi a respeitar e gostar dela com muito carinho. Uma pessoa super dedicada, super mãe, super profissional e respeitada por todos.
Hoje tenho uma amizade com a Adriana de quase quatro anos, mas parece que nos conhecemos há muito mais tempo. Espero ter ela como amiga até a eternidade se assim ela me permitir.
Aprendi muitas coisas com ela. Amo seu jeito seu de lidar com a vida, apesar das restrições que ela tem na vida, sempre sorrindo e distribuindo amor e carinho por onde passar.
Ester Dantas

Quando conheci a Poliana, logo me encantei por seu sorriso e sua postura profissional. Ela era chefe de equipe e eu auxilia. Ou seja, durante nossos voos ela era minha chefe. E vou falar que chefe!!! Seus voos saim redondos, perfeitos. Poliana era uma profissional Justa, alegre, amiga. Depois de poucos voos nos tornamos amigas e a Poliana deu lugar a Adriana, pelo menos na nossa vida fora do trabalho. Dai foram muitas conversas, risadas, choros, confidencias, conselhos enfim pude conhecer essa batalhadora, guerreira essa mulher, amiga um dos seres humanos mais incríveis que já conheci. Infelizmente com o fim da companhia aérea a vida nos separou e hoje moramos em cidades diferentes, mas nada me fez nem fará me esquecer da minha amiga Adriana. Nem o tempo, nem a distância irão abalar nem por um segundo o respeito e amor que tenho por ela. Ela sempre me trouxe segurança e amor, um amor que sai da alma, sem explicação.
Ela é maravilhosa
Estou louca para ver o resultado final.
Te amo amiga!!!!!❤❤❤❤
Simplesmente Magda

O mundo da trezentas voltas em alguma dessas curvas eu tive o prazer de conhecer a Adriana.
Foi assim que no curso alguma curva me tornei sua aluna, em outra curva fui sua parceira de profissão e nesta ela é minha a gestora. Quanta honra!
Sabe aquela máxima de cabeça pensante e corpo operante, pois é, funciona mais ou menos assim.
Aproveito esta oportunidade para agradecer todo o apoio e ensinamento ao longo dos anos.
Sabes que pode sempre contar comigo.
Um beijo enorme e que Deus a abençoe!
Patricia Bento Elias



A Adriana tem uma importância muito significativa na minha vida. Aprendi e aprendo muito com ela sobre profissionalismo, ética, organização e planejamento. Além disso, ela já me ajudou a refletir sobre minha própria personalidade, o que contribuiu para que eu impulsionasse alguns dos meus processos de mudança. Agradeço muito pela convivência, pelas viagens, pelos momentos de brincadeiras e por me receber tão bem em sua casa e em sua vida por um bom período de tempo. Ela foi uma das poucas a me entender várias vezes, principalmente no se refere às "aleatoriedades capricornianas" kkk. Torço pra que essa convivência sempre exista e espero que ela saiba que tenho um carinho e respeito muito forte por ela. E claro, muita admiração, pela pessoa que ela é, pela força que tem pra passar por tudo que passa (e que já passou) e por fazer tudo isso sem deixar de ser maravilhosa e "chyke" haha. Pq ôh mulher pra ser chique, gente, fico impressionado hahaha. 🙂
William Corrêa



Trabalhei com ela na Transbrasil. Adriana é daquelas para se levar pela vida inteira. Alguém que se quer ter por perto. A vida leva as pessoas por caminhos diferentes, mas algumas ficam guardadas para sempre!

Sylvia Duprat

Olá boa tarde! Sou amiga da Adriana há poucos anos. Ela é uma pessoa pessoa maravilhosa, lutadora. generosa e muito amiga, Excelente profissional, além de uma grande mãe! 


Angela Dutra



Existem anjos que caminham entre nós disfarçados de amigos. E um desse anjos é a Adriana. Nos conhecemos a alguns anos atrás em Paranaguá , pode se dizer um reencontro de almas como já se conhecêssemos de muitas e muitas vidas. Minha admiração por ela e imensa, uma pessoa amiga, uma pessoa que não se deixa abater, sempre encontra um ponto de equilíbrio e tirar forças lá do fundo para contornar as situações e vencer. Podia passar horas escrevendo as qualidades da Adri e contando todas as coisas boas que já passamos juntos. Lembro me de uma situação super engraçada que Adri riu muito, ela veio dar um Curso numa cidade próxima e eu e meu companheiro combinamos de ir busca-lá para passar um dia conosco antes de retornar ao Rio. Neste dia foi bem corrido e meu companheiro estacionou o carro perto do seu trabalho e acabou que roubaram o vidro do retrovisor e somente vimos o ocorrido no final da tarde e ficamos muito preocupados por chovia muito naquele dia e não tinha condição de viajar sem o retrovisor e aqui em Curitiba as lojas de peças de carro encerram expediente as 18 horas e não conseguimos trocar a peça nesse meio tempo tive uma ideia não muito boa mas a era o que seria viável naquele momento. O que fizemos, fomos num shopping próximo e compramos um espelho oval tiramos da molduras e adaptamos ao retrovisor colamos com durex e viajamos assim, quando chegamos no hotel em que Adriana estava ela viu aquilo e começou a rir como e que podíamos teria viajado daquela forma, que nos éramos loucos. Isso só mostra que a amizade tem dessas loucuras. Amigo é para todas as horas e sei que sempre pude contar com a Adri, nunca me deixou na mão, mesmo com o tempo dela sendo curto e bem corrido sempre tirou uns minutos do seu tempo para me ouvir, para me ajudar por isso que o meu amor por ela e incondicional, posso dizer que e minha irmã mais experiente, mais linda, mais amada do mundo
Wellington Chaves



Adriana

Menina mulher. Discreta, dona de uma personalidade acolhedora. Dessas que poucas existem no mundo, tão acostumado a censurar. A Adri escuta e melhor não julga. Apresenta uma palavra de conforto dessas que te fazem ter otimismo de que tudo vai dar certo. Estudiosa, reflexiva, porém sempre procura palavras conciliadoras, mesmo quando diverge. Enfim a Adri é dessas pessoas que entram na sua vida como um grande presente e que queremos estar sempre juntos. Te amamos e amamos estar com vc nas nossas vidas.
Wander El-Aowar e Ana Paula Callado

Linda trajetória de vida. PARABÉNS!!!!!

Muito legal a trajetória dela! Todos os ensinamentos que a vida nos dá, em algum momento, nos servem. Parabéns!
Giorgi Rodrigues

Adorei !!!

Muito bonita sua história de vida. Parabéns para a aeromoça que você foi e pelo ser humano que és.
Claudio Serrat de Oliveira

Superior, curti a história .. Parabéns
CaroleImanir Lorena

História linda ! Gostei da dentadura no lixo que ela procurou e devolveu......
Valdilene Costa

Quando vamos atrás de nossos sonhos eles acontecem. Essa história mostra isso.
Linda história. Era outra aviação !!!
Marisa Lucchiari Nunes

Showwww!! Que história linda!! Parabéns Adriana!!🌷🌷
Val Oliveira

Linda, bela e merecida surpresa. Vc é muitíssimo especial e merece este presente. Meus parabéns por ser essa pessoa tão maravilhosa que vc é e por ter construído um caminho tão cheio de lindas experiências. Bjo enorme no seu coração!!!
Marcelo Aguiar

Muito linda sua história.
Realmente vc realizou seus sonhos de infância.Pena que deixou uma das carreiras mais linda para traz.Sobrinha querida, Ser Psicologia é mais importante na sua vida, vá em frente com mesma garra que foi comissária Pollyana.Bjs

Lu Novais


Tia, foi um tempo ótimo. Amei o que fiz e o que faço. Nasci para ser psicóloga, me encontro nisso e sou feliz. Criei meus filhos, organizei a vida, e aprendi muito com a Pollyanna. A Adriana tem sua missão por aqui, RS. E ainda há muito o que fazer. Considero que minha carreira segue bem seu propósito, com as bençãos de Deus. E sou muito grata por tudo e todos que passaram em minha vida. Obrigada por estar nela. Bj grande.
Adriana Souza

Essa é a nossa Poliana..... amiga de todas as horas. Parabéns! Orgulho de ter voce como amiga.

Vera Lucia Fontana

 
Muitas palmas pra essa grande mulher!!!👏👏👏👏👏👏👏👏👏
Vania Yazeji 

Que lindo! Parabéns Adriana linda história!
Verônica Adriano

Parabéns Adriana, viajei no tempo com sua história!

Arnaldo Impelizieri 

Minha querida professora, linda história lí até o final e ainda os comentários Desejo tudo de bom e muito mais sucesso pra você e sua família, espero em breve reencontrá-la. Abraços.

Iolene Soares
Obrigada querida. Bjs e espero que ela te inspire.

Adriana Souza 
Com certeza, estou terminando semestre que vem o curso de Gestão em Recursos Humanos.

Iolene Soares

 Que história linda!!! Amei!!! Parabéns, uma lição de vida!!!
Haydee Vilaronga

Quando voltar a Salvador, venha nos visitar. Bjs!
Haydee Vilaronga


Parabens

Adorei Dri! Boas recordações!!!
Sylvia Duprat

Uma história de coragem e sucesso! Parabéns, Adriana! 🌷🌷
Giovanna Mey

Que legal saber essa história!!! Nao sabia esse lado!! Sempre adimirei muito, mais um pouco agora 😗😗😗😗😗😗
Suellen Ferreira

Minha querida Psicologa preferida, parabéns por essa história tão bonita e incentivadora. Nunca soube destes momentos da sua vida, anteriores ao tempo em que convivemos na Casa&Video. Se já te admirava, agora admiro mais ainda, muito mais e tenho muito orgulho de ter trabalhado contigo e me tornado seu amigo. Muitas saudades de voce. Um super 2018 para essa mulher estupenda e especial, Beijos
Lcas RH

Linda
Evinha Guimarães

Amei conhecer um pouco mais da sua história, principalmente o pós Transbrasil, já q ficamos tanto tempo sem nós encontrarmos. Merecida homenagem a quem sempre tratou a tds com muito carinho e educação...Bjs!🌷🌷
Thama Rys

Amei a sua história muito linda,você é uma guerreira, nunca desistiu dos seus sonhos, Parabéns!
Nelma Luz

Amiga vc merece muito mais!!!!!! 💖💖😍
Magna Deise Marinho

Adri querida, trajetória linda e Parabéns pelo reconhecimento vc é uma excelente profissional e uma guerreira. Sempre meu carinho e admiração 😍😘👏👏👏👏
Ana Cristina Maia Leite

 Lindíssima sua história. Que sua missão ainda possa continuar por onde passar. Bjss
Andréa Do Lindemberg


Que mundo pequeno rsrs.
 Suellen Ferreira

Muito legal Dri, Além de talentosa na avião, talento sobrando como RH, linda, paciente, persistente, guerreira entre muitas outras qualidades. Um bj grande, muita saudades. Pega um voo e vem me ver em Orlando.
Etienne Fonseca

Que bacana "Pollyana" adorei seus relatos com muitos detalhes do curso TBA, nao lembtrava que ficavamos em andares separados no Hotel de BSB, lembrando dos nossos instrutores inclusive de etiquetas. Adorei a estoria do "surfista kkk", faltou mencionar o Arnaldo Impelizieri, que andava bem estranho tambem e a professora pegou bem no Pe dele....
Luiz Guilherme Ribeiro

Kkkk. Pois é, eu tomei muita bengalada da Pina pq mexia muito o antebraço. Kkk; E lembro que uma galera tinha ido pra night no dia anterior acho que a primeira aula e estava todo mundo caindo de sono. Rs. Só piorava..

Adriana Souza


Kkkkkkk
Lidia Michetti Moreira

Lindaaaa
Marcia França


Que bela história! Parabéns Adriana.

Ronaldo Costa 

Parabéns muito legal
 Fernando Guida 

Parabéns Adriana!!!adorei saber mais de você! E lendo sua trajetória pude reviver toda nossa história... nossos momentos em BSB e saudosa TBA...bate uma saudade não é? Bjss
 Lidia Michetti Moreira

Très orgulhosa de vc minha querida!!!
Ricardo Geïsa de Barcellos

 Que lindo, querida

 Sara Patriota


Linda história!
Jose C R Brendel


Para nós que elaboramos as matérias é muito prazeroso, cada uma segue um caminho diferente. Todas representam histórias e lições de vida. Nos deixam muito orgulhosos as pessoas compartilharem suas histórias e abrirem as tampas de seus baús de suas vidas. Muitas emoções ocorrem nas publicações, muitas lágrimas com certeza a Adriana não irá conseguir segurar ao ler uma parte de sua história que fizemos com muito carinho e dedicação. Fazer esta matéria com a amiga Adriana foi um enorme prazer. Quando descobri que tinha sido comissária no passado, na hora já tive a ideia. Claro tive a ajuda de algumas pessoas especiais, sua filha Mariana e sua colega atual Patrícia, na hora toparam em unir forças. E claro tivemos a colaboração do meu primo Edison nas fotos. A Adriana é simplesmente tudo isso que já foi dito e falado. Sua trajetória é linda. Do meio das nuvens de onde nasce o sol a Poliana partiu para o mar distante e nasceu novamente a Adriana. E muitos anos depois topou contar sua história em terra firme.E assim, fechou um triângulo, céu, mar e terra. Um Maravilhoso Natal e um Espetacular 2018, Felicidades e Sucesso a você Adriana e toda sua família.
Lucas & Jones Rodrigues


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Psicologia – FMRJ
Pós Graduação em Clínica – PUC
MBA Gestão de RH – Fundação Getúlio Vargas
Mestrado Psicanálise e Trabalho – Veiga de Almeida
Doutorado em Psicologia Suspenso Provisoriamente


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 Muito bom né. Podíamos nos reunir para escrevermos um livro só do curso. Rs
Adriana Souza 

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Livro Publicado: Responsabilidade Social Empresarial Ética e Marketing
Livro Finalizando: Mal Estar no Trabalho Contemporâneo
Comissária Pollyanna – Prefixo: DZXI ( jamais esquecerei meu código)


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